25 de abril de 2013

REVOLUÇÃO E CONTRA REVOLUÇÃO

As revoluções são obra da força, provêm da corrente esmagadora que arrasta tudo o que encontra pela frente na sua tenebrosa caminhada.
A contra revolução não se faz pela força, nasce da organização vital, não é uma revolução ao contrário, mas o contrário de uma revolução.
As revoluções partem de sentimentos negativos, o seu grito é invariavelmente "morra", a aspiração da negação, da destruição!
Atira-se um "Viva" que é sempre o mesmo, "Viva a Liberdade", mas viva a "minha" liberdade e "morra" a dos outros.
O fim do revolucionário é sempre negativo, muitas vezes destrutivo.
A contra revolução é exactamente o contrário: afirmativa, construtiva, vital e orgânica.
Com "a revolução a ordem social sofre um colapso, fica infectada pelo vírus revolucionário".
Será sempre impossível acabar com os regimes revolucionários através dos exércitos, esta solução apenas aumentaria o caos.
Os regimes revolucionários só podem ser vencidos atacando-se, antes de tudo, espiritualmente o seu interior e só depois pela política, ficando as armas para quando a integridade social corre verdadeiro perigo.
A contra revolução pretende a criação de uma vida nova, onde o passado e o futuro se encontrem para sempre.
É interior, profunda e orgânica para que as células da sociedade que ainda não estão infectadas pelo vírus revolucionário, possam sarar as que estão doentes curando-as para que, por si próprias, atirem fora o mal de que padece o organismo social.
Como dizia José Artega y Gasset "nas revoluções, a abstracção tenta sublevar-se contra o real, por isso o fracasso é consubstancial às revoluções."
Eles podem roubar-nos a vida, mas jamais poderão tirar-nos a liberdade.

Guilherme Koehler

2 de março de 2013

Petição Artigo 151º

Exma. Sra. 
Dra. Assunção Esteves 
Presidente da Assembleia da República 

Petição Artigo 151º

Portugal assiste a uma grave crise financeira e económica, já demasiado comentada e documentada, e simultaneamente ao despertar de uma nova sociedade civil, impulsionada nas redes sociais e, aparentemente, sem vínculos formais a associações partidárias, sindicais ou outras. 

É uma sociedade civil que procura e necessita de uma mudança no modo de se representar enquanto Estado de Direito, já que as respostas tradicionais dadas pela democracia representativa existente no nosso sistema político dos últimos 38 anos parecem não ser suficientes. Esta necessidade não é um fim em si mesmo e procuram-se, por isso, soluções que materializem uma mudança da situação actual. 

A Constituição da República Portuguesa prevê, no Capitulo II do seu Título II, os direitos de participação na vida pública (artigo 48.º) e de acesso a cargos públicos (artigo 50.º). Contudo, é fundamental o reforço constitucional destes conceitos, procurando uma maior representatividade nos eleitos para a causa pública, o que, em nosso entender, passa pela extinção do monopólio partidário, como lhe chamam Gomes Canotilho e Vital Moreira, previsto em sede de representação na Assembleia da República. 

Urge por isso permitir que grupos e movimentos de cidadãos tenham a capacidade e a possibilidade de estarem representados na Assembleia da República, fora do âmbito tradicional dos partidos, já que estes candidatos trarão à função de deputado uma nova dinâmica e responsabilidade políticas, pelo seu envolvimento em causas especificas e não partidárias. Esta mudança manteria a Constituição da República Portuguesa a par da mudança social a que o país assistiu nos últimos 30 anos e, estamos certos, contribuiria para aumentar a participação cívica em Portugal 

Assim, os portugueses abaixo-assinados, ao abrigo do direito de petição, solicitam que os deputados à Assembleia da República, aquando da abertura do próximo processo de revisão constitucional: 

Proponham a alteração do n.º 1 do artigo 151º da Constituição da República Portuguesa de modo a que este passe a permitir a candidatura de grupos de cidadãos independentes à Assembleia da República. 

Petição Artigo 151º

9 de novembro de 2012

Isabel Jonet e o nosso Consumismo, em polémica.

O choque à forma como Isabel Jonet frontalmente abordou o Despesismo
(https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=8JeUnsnvJuA)
vivido hoje em Portugal e no Mundo, apenas tem uma razão de ser com o facto de nós ainda estarmos demasiado virados para o Consumismo, essa armadilha destruidora cujo apelo trás tantas e maléficas consequências dignas de uma "Era da Estupidez" como o filme daqui do lado.


A principal será a Miséria, bem apreendida por esta senhora de tão conhecedora que é do assunto em causa pelo excelente serviço humanitário que presta, e pior será se não compreendermos rapidamente o que nos diz esta outra imagem.

Felizmente existem hoje certas teorias já em prática, muito pensadas e em fase final de estruturação, de oposição ao desperdício, e que vão ser cada vez mais usadas no futuro próximo, nomeadamente esta: http://pt.wikipedia.org/wiki/Permacultura

De resto a questão da discussão é que a Caridade de Isabel Jonet confronta a Esquerda, por esta ser "dona dos pobres", apenas é isso que está em causa como o "Blasfémias" bem explica:
http://blasfemias.net/2012/11/09/isabel-jonet-e-a-arrogancia-da-esquerda-ululante/


..//..

6 de setembro de 2012

A Felicidade e a Ausência de Pobreza, para o Presidente do Uruguai


Discurso do Presidente do Uruguai, José Pepe Mujica
na Rio+20, em 20 de Junho de 2012

3 de maio de 2012

Respiração da Terra atingida.


Terra, há quem seja tentado a ajudá-la a permanecer viva! Bem-haja!

consciência

"Tu e Eu, «Nós na Diversidade», somos todos Um à conquista do Amor"

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